Calendário Permanente

O calendário permanente “Abelhas Nativas Brasileiras” surgiu como uma proposta de proporcionar informação através da arte. As abelhas, seres belos e fascinantes, desempenham o papel vital de agentes polinizadores de grande parte de nossa flora nativa, contribuindo enormemente para a manutenção e restauração da vegetação de todos os biomas brasileiros. Ainda conhecemos muito pouco sobre a rica fauna de abelhas brasileira, que possui uma das maiores diversidades do mundo.


A atenção geralmente é focada nas abelhas da espécie Apis mellifera, a abelha africanizada, que é exótica ao nosso território. Embora elas tenham uma importância significativa na polinização de muitas plantas, as abelhas nativas mantém uma estreita relação com nossa flora nativa há milhões de anos, sendo cruciais para sua perpetuação.


Portanto, precisam ser protegidas epreservadas. Assim, nos concentramos nessas abelhas,especialmente naquelas sem ferrão, grupo de abelhas sociais que vêm ganhando atenção da população nos últimos anos.


São abelhas passíveis de serem criadas em ambientes urbanos, inclusive em apartamentos. Criar colônias de abelhas colabora na preservação e propagação de muitas espécies; na polinização da flora local; e ainda traz a possibilidade de se tirar um mel fresquinho e delicioso na própria casa.


Esperamos instigar a curiosidade e o interesse nestes insetos encantadores para que nos ajude a protegê-los, colaborando para um mundo mais equilibrado.



Lembramos também das abelhas solitárias, que compõe a grande parte de todas as espécies de abelhas ao redor domundo, e das vespas. Estas últimas exercem a importante função de mantenedoras do equilíbrio biológico como predadoras e parasitóides, mas têm sua importância subvalorizada e geralmente só nos recordamos das doloridas ferroadas.

Idealizadores



Mônica Stein
Aquarelista

Maurice Scallopi
Apicultor e Meliponicultor

Fábio Sumodjó
Pesquisador

A pintora Mônica Stein nasceu em Piracicaba/SP, formou-se em Zootecnia pela Univesidade Estadual Júliio de Mesquita Filho, UNESP, Botucatu/SP. Intensificou seus estudos na arte da pintira botânica no ano de 2000 e passou a frequentar cursos livres de desenho de plantas e pinturas em aquarela.

Reside em Botucatu, local de inspiração pela flora do cerrado presente na região. Atualmente ilustra livros, cartilhas, cartazes e folders, utilizando como material a técnica em aquarela. Trabalha junto a Secretaria da Cultura da cidade ministrando oficinas de arte. Também é professora de artes no curso de Agricultura Biodimâmica, oferecido pelo instituto ELO.



Maurice Scaloppi é Engenheiro Agrônomo e Mestre em Zootecnia na área de Apicultura. Conheceu e se encantou pelo mundo das abelhas em 2007, ainda no ensino médio na Aitiara Escola Waldorf em Botucatu/SP e desde então procurou conhecê-las e estudá-las profundamente.

Em 2017, estabeleceu a marca Dona Beia, que busca oferecer um conceito diferenciado no comércio do mel. Atualmente reside em Botucatu/SP, onde ajudou a fundar o Grupo de Criadores de Abelhas sem Ferrão de Botucatu e região, com objetivo de fomentar a difundir a criação e preservação das abelhas nativas brasileiras.



Fábio Sumdjó é fascinado pelos estudos da hierarquia cósmica e pesquisador do auto-conhecimento, aluno da pedagogia Waldorf de Rudolf Steiner desde pequeno esteve envolto aos elementos sutis da natureza.

Aprecia os animais principalmente os equinos. Como forma de expressar a criatividade fundou o Estúdio Influxo que faz fotos, vídeos e designer gráfico.